POST 2 – a terra não prometida
Quase que ao
mesmo tempo, na quinta manhã de viagem,
os patriarcas Quincas e Sebastião elevaram os chapéus aos céus, espantados com
o que viram à frente:
- Que Terra
bonita da gota serena, compadre! – devem ter bradado os dois, em seu linguajar
característico. - Vai ser aqui!
Diante deles se empinava uma
majestosa montanha de granito claro, como se fosse o dorso de um cavalo, chamada de Pedra Branca pelos nativos. Em sua borda serpenteava o Rio Potengi, em meio à exuberante mata verde.
Ao chegarem
ao povoado de Pedra Branca, os patriarcas concluíram que deveriam encerrar ali
sua viagem, que haviam descoberto o paraíso. Com o dinheiro trazido, compraram terras, numa margem e outra do rio.
Os Laranjeiras preferiram a margem esquerda, em Pedra Branca; os Pereiras se estabeleceram
na margem direita, na comunidade Bom Descanso.
O que
pretendiam afinal?
Repetindo a
condição de vizinhos, trazida de Florânia, as famílias se fixaram e deram continuidade ao seu legado
cultural, religioso e moral. Prosseguiram plantando roças, lavouras de
milho, feijão e algodão, criando gado e fazendo feiras, ora comprando, ora
vendendo.
Dessa
proximidade viriam novas surpresas para a história das duas famílias...P.s. Muito apreciaria se comentasse, acrescentasse detalhes, tirasse dúvidas, falasse do que o texto lhe traz lembranças, desse um joinha 👍, mostrasse que está vivo. Isso nos ajuda muito, em motivação e em facilidades.

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